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30 . NOV . 2014

30.11.14

CORROIOS / COINA / MOITA / MONTIJO / ATALAIA / EN 4 / LAGOA DO CALVO / POCEIRÃO / AGUALVA / PINHAL NOVO / OLHOS DE ÁGUA / MOITA / COINA / CASAL DO MARCO / CORROIOS

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Saída de Corroios ás 8:30 em ponto.

À partida, equipa composta por: Luís Durão, Rui Amaro, André Fernandes, José Oliveira, Jorge Valera. Na passagem pelo Casal do Marco juntam-se Pedro Matias, Luís Morais, Bernardino Adao e Pedro Almeida. Estava assim completa a equipa.


Seguimos em direçao a Coina - Montijo - Atalaia - EN4 - Lagoa do Calvo - Poceirão - Agualva - Pinhal Novo - Olhos de Água - Moita - Coina - Casal do Marco.

Aqui paragem na "Tasca Tasco" para a habitual mini, onde fomos surpreendidos por um dos clientes que nos brindou com um Salpicão caseiro (o homem não é mentiroso).

Passeio rolante, feito em ritmo calmo, num total de 120km com uma altimetria de 700mts. Velocidade média de Casal do Marco a Casal do Marco 29,6 km/h.

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29 . NOV . 2014

29.11.14

CORROIOS / MOITA / MONTIJO / SÃO FRANCISCO / ALCOCHETE / RIO FRIO / PINHAL NOVO / VOLTA DA PEDRA / PALMELA / AZEITÃO / COINA / CORROIOS

 

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EQUIPAMENTOS

02.11.14

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TEAM

01.11.14

Um pelotão é mais forte que um homem em fuga. 

 

 

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ASSIM NASCEU

01.11.14

Para eu contar como tudo começou temos de recuar alguns anos atrás. Estávamos em 2007 quando me passou pela cabeça ir pela primeira vez ao Santuário de Fátima de bicicleta sozinho.

Na manhã de 12 de Maio, sai de casa cheio de energia e pronto para a minha jornada. A viagem como podem imaginar foi bastante emotiva, porque ao longo do caminho encontrei dezenas de peregrinos e alguns mostravam muita dificuldade em fazer a viagem. Pelo meu lado a viagem correu bem, sem sobressaltos e acabei por cumprir o meu objectivo. Mas como tudo na vida que gostamos de fazer tentamos repetir, fiquei com vontade de continuar a encontrar novos caminhos que me desafiassem.

 

Falei então com o meu companheiro das voltas (que se encontra actualmente emigrado), em alterarmos um pouco a rotina e propôs-lhe a hipótese de darmos uma volta mais longa do que era habitual. Combinamos então, no sábado a seguir (19/07/2007) em fazermos um passeio até à cidade de Abrantes e assim foi. A única coisa que nos estava realmente a preocupar era o regresso. A única forma que tínhamos para regressar era de comboio, e esse já se sabe tem horas muito rígidas.

Como não tínhamos experiência nestas coisas calculamos mal o tempo de chegada à estação e acabamos por nos deparar com uma longa espera. Como não somos Homens passivos, decidimos que quem conseguiu chegar ali, também conseguia chegar a estação de Tomar para apanhar o comboio directo para Lisboa.

 

O percurso de Abrantes para Tomar não foi fácil. Se até ali íamos folgados (lol) deixamos de ficar, quase a ponto de perder o comboio. A verdade é que este caminho ainda não era para nós. A estrada na altura parecia não ter fim e o quando pensamos que acabavam as subidas, ao fim da curva havia sempre mais uma. No meio do esforço surge um comentário normal numa situação destas “Porra, para o longo curso”

Não sei se foi do cansaço, da situação ou simplesmente de estarmos exaustos do percurso, que a risada foi partilhada. O caminho acabou por se tornar mais leve, possivelmente porque sem querer tínhamos criado o lema do “LONGO CURSO”.

Moral da história, acabamos por apanhar o comboio e ainda tivemos tempo de beber uma(s) mini(s) no café “da velha” (hoje paragem obrigatória cada vez que vamos a Tomar).

 

A partir dai, achamos que não devíamos ficar pelas voltas curtas e já que tínhamos feito um “LONGO CURSO” o devíamos manter. Assim em 2008 com a entrada de outros elementos começamos a fazer vários passeios que se têm mantido até hoje.

 

in Luís Durão

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