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09.OUT.2016

09.10.16

Lisboa / Lisboa 

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Para este Domingo, o chefe de fila preparou um passeio diferente que só acontece no máximo duas vezes por ano ao que chamamos "Passeio de BTT pela Capital", e desta vez conseguiu-se reunir cinco magnifícos elementos.

Às 8:34, Luís Durão, José Rodrigues, Alfredo Almeida, Pedro Parada e o convidado Mário Costa apanham o comboio Fertagus na estação de Corroios em direcção à estação de Campolide. Estava assim completo o grupo para o passeio que se ia efectuar hoje.

O grupo parte em ritmo de passeio muito calmo sempre unido e com grande espírito de entreajuda já que esta não é a sua "especialidade" e hoje era dia de folga o importante era mesmo o Convívio e a Amizade.

Luís Durão, o nosso guia turístico, ia apresentando a cidade rua a rua, casa a casa mas um furo na sua roda traseira forçou o grupo a parar. Rapidamente se resolveu este problema e depressa voltamos ao mesmo, continuando com a alegria do costume indicando e explicando todos os casos mais significativos e velhas recordações. 

A primeira paragem foi nos pasteis de nata na "Pastelaria Aloma" considerados pelos apreciadores os melhores. Terminada esta missão volta-se ao mesmo mas a garganta começava a ficar seca e era preciso resolver esta situação. Ao chegar ao Rossio mais propriamente ao Largo de São Domingos foi altura de parar e beber a Ginginha e desta vez o grupo optou por comprar uma garrafa com a desculpa que assim ficava mais barato.

Este foi o primeiro local escolhido pelo grupo para fazer o respectivo brinde à Amizade, e ao prazer de pertencer ao "LONGO CURSO" e também aproveitar para tirar a respectiva foto da praxe. 

Depois de mais esta espinhosa missão continua-se pela bela cidade de Lisboa mas já falando no almoço e estando todos de acordo o grupo começa a dirigir-se para a Avenida de Roma mais propriamente para a "Pastelaria Silvia" local que o grupo conhece bem e já é costume parar.

Desta vez foi de faca e garfo ficando todos satisfeitos tanto com o almoço como também pelo bom atendimento. Este foi o segundo local escolhido pelo grupo para fazer mais um respectivo brinde à Amizade, e ao prazer de pertencer ao "LONGO CURSO" e também aproveitar para tirar a respectiva foto da praxe. 

Depois desta missão de puro convívio o grupo continua com a mesma determinação porque ainda havia alguns kms para concretizar e desta vez havia vontade de fazer uma subida que há muito se fala a do "Elevador da Glória". Depois de se concretizar esta subida com êxito falou-se porque não tentar a do "Elevador do Lavre" assim se falou e pôs-se a prova as forças, o resultado foi positivo mais uma vez a prova foi superada.

Depois destas proezas o grupo começa a dirigir-se para a estação de Campolide para apanhar o comboio mas ainda havia tempo para realizar mais uma missão.

Este foi o terceiro local escolhido pelo grupo para fazer mais um respectivo brinde à Amizade, e ao prazer de pertencer ao "LONGO CURSO" e também aproveitar para tirar a respectiva foto da praxe.

 

Embora o passeio tenha tido algumas dificuldades, nunca esmorece a força de vontade e garra de quem participa no passeio.
 
O passeio concluiu-se com 61 kms, acumulado de 1288 mt e média final de 12.9 km/h.
 
 
CURIOSIDADES
 

Elevador do Lavra

O trajeto é de 188 m, com uma inclinação média de 22,9%, e Mx de 33% em via de carril duplo encastrado no pavimento de arruamento vulgar, com bitola de 90 cm e fenda central para ligação do cabo,O funicular foi construído pelo engenheiro português Raoul Mesnier du Ponsard, (também responsável pela concepção de numerosas obras similares[1]), e inaugurado a 19 de Abril de 1884.

 

Elevador da Gloria

O seu traçado, em cerca de 70 metros, é partilhado por trânsito automóvel, o que não se sucede em nenhum dos outros funiculares portugueses. (não tem referência a inclinação) inauguração deu-se a 28 de Junho de 1892.

O trajeto é de 265, em via de carril duplo encastrado no pavimento de arruamento vulgar, com bitola de 90 cm e fenda central para ligação do cabo. Vence um desnível acentuado, superior a 17% Mx 25%

Entre 1913 e 1926 organizou-se uma prova de ciclismo, a Subida à Glória, recuperada a partir de2013. Consiste na subida em contra-relógio de todo o trajeto, aberta a participantes profissionais e amadores.

 
 
 
EQUIPA
Luís Durão
José Rodrigues
Pedro Parada
Alfredo Almada
 
 
CONVIDADOS
Mário Costa
 
 
Fotos para mais tarde recordar:

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Os resistentes do brinde:

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